sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Diversidade Sexual


Homofobia é uma série de atitudes e sentimentos negativos para com as pessoas homossexuais, bissexuais, transexuais, etc. Em uma das aulas da faculdade de Letras, a professora pediu para que um grupo apresentasse a respeito de ética e moral, o grupo fez uma bela apresentação, explicou o conceito de cada um, nos últimos momentos da apresentação, uma das integrantes falou que a sua moral era contra a aprovação do homossexualismo no Brasil, mas que por ética ela tinha que se calar, porém na turma, há uma garota que é homossexual, e como as duas já não se dão bem, ela levou para o lado pessoal, resultado: discussão na sala. Hoje as pessoas não pensam muito no que dizer, principalmente na sala de aula, como futuros e atuais professores temos que ter cuidado com nossas palavras, as coisas que dizemos em sala, a maioria das vezes pode ser mal interpretada, é uma faca de dois gumes, da mesma maneira que você corta com suas palavras, você pode ser cortada, a moral de alguém é a opinião, a educação de berço, é aquilo que acha certo, a ética é a educação e respeito da sociedade, se a sua opinião é contra algo, diga! Ninguém pode te julgar por falar a sua verdade, desde que as suas palavras sejam sinceras e amigas, e não grosseiras com a intenção de magoar alguém, violência com as palavras também é preconceito, se alguém é contra uma pessoa homossexual, é opinião de cada um, é uma coisa que não se discute, mas desde que tenha respeito com quem é ou aprova o homossexualismo. Uma pessoa que cursa licenciatura deve entender desde o inicio que o respeito é o que mais conta em seu meio, quando se respeita a opinião de alguém você também é respeitado, não se ganha respeito impondo-o, e sim conquistando tal coisa.

Debates em sala de aula nunca irão dar certo, não no presente momento, muitos são contra e muitos a favor, e isso só vai gerar violência verbal. Na sala de aula, devemos conhecer nossos alunos, e incentivá-los sempre a respeitar as pessoas não importando sua cor, religião ou opção sexual, cada um tem sua opção, seu estilo de vida, mas é algo que é só seu, e não deve impor para que as pessoas queiram a mesma coisa que você, com isso, as pessoas só se afastam de você.

As pessoas falam sobre as leis, mas não as cumprem, dizem que são pessoas de bem, mas o preconceito domina no coração, as pessoas que não têm uma formação adequada – papel que cabe à nós – crescem na vida tendo a certeza de que são melhores que todos os outros, e somente o seu pensamento é o correto, não há igualdade no mundo enquanto as pessoas continuarem a crescer com essa mentalidade, nós devemos abordar assuntos delicados de maneira delicada em sala de aula, e não apontar o que você acha certo como se aquilo fosse a única certeza do mundo, quando um debate não funciona, uma história, brincadeira ou redações sobre o tema sempre ajudam, projetos contra o bullying, palestras, esclarecem a mente dos alunos, abrem a visão para novos horizontes.

Somos todos iguais perante a lei?

“Somos todos iguais perante a lei”, é o que sempre dizem, mas não é o que acontece, há pouco tempo, prestei concurso para a polícia federal, uma das questões da prova, afirmava sobre o racismo ser um crime hediondo, inafiançável, o que está certo, mas como vimos essa semana, uma australiana pode cometer esse crime e sair impune, com um advogado consegue responder o processo e liberdade, agora me pergunto: onde se encontra a igualdade? Que igualdade é essa que os pobres que dizem que alguém é preto ou neguinho são presos, e que os ricos podem gritar e ofender os outros e saem impunes? Isso quer dizer que para as pessoas de classe baixa ou médio-baixa a lei de que o racismo é inafiançável e sujeito a prisão imediata, mas para as pessoas de classe médio-alta ou alta, é um crime que se pode negociar.


Como professores devemos saber abordar isso em sala, mas como explicar aos alunos essa diferença de classes, quando o governo afirma que somos iguais perante a lei? Todos falam de igualdade, mas essa tal igualdade só nos distancia, porque sempre temos preconceito, quando se trata de cor, as pessoas acham que são umas melhores que as outras, mas é um preconceito sem sentido, somos todos diferentes, mas é o respeito por essa diferença que traz a igualdade, como professores devemos mostrar para nossos alunos como é realmente a vida, e incentivá-los a melhorar, a não cometer esse tipo de coisa absurda, devemos esclarecer o significado da igualdade racial, sexual e etc, o mundo caminha conforme ensinamos nossos alunos à serem pessoas melhores para um mundo realmente igual nas diferenças, devemos formar a moral e a ética dos nossos alunos, o preconceito é uma questão de moral, a opinião também, mas levar isso adiante de forma grosseira é questão de ética, mas não da presença dela, e sim da falta de ética na sociedade, os pensamentos de um professor para seus alunos e para o mundo deve ser critico, honesto, humilde, e principalmente respeitoso, o respeito é o principio de tudo, e é com respeito que devemos formar o amanhã.
Para quem não viu a reportagem essa semana, deixei o link abaixo:
http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2014/02/cobradora-de-onibus-e-manicure-sao-vitimas-de-preconceito-racial-no-df.html

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Preconceito

Boa dia quase tarde... :)
Em um debate da faculdade o tema principal foi o preconceito, mas antes de falar como se desenvolveu e a minha opinião, vou colocar uma citacao de um blog
Tudo aquilo que foge dos padrões da sociedade de uma forma ou de outra alguma pessoa tem preconceito, o preconceito porque a pessoa é diferente dos padrões que a sociedade acha que é superior devido às características, de cabelo, cor de pele, modo de viver, gênero sexual entre outras coisas, esses preconceitos que temos hoje muitos deles foram definidos no chamado velho mundo, ou seja, essas origens do preconceito é bem mais antigo do que pensamos. Nas escolas pode ser percebido esse preconceito quando um colega coloca um apelido no outro devido a sua cor de pele, em que inicia muitas vezes através de apelidos maldosos, ou até mesmo chegando ao extremo de agressão física. Em que muitas vezes os funcionários e educadores não sabem lidar com essas perseguições que alguns alunos sofrem ao longo de sua vida escolar é na sociedade também.
Referência 
Munanga, Kabengele, organizador. Superando o Racismo na escola. 2ª edição – [Brasília]: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2005.

Creio que somos todos iguais, são as diferenças que deveriam nos unir...
Minha mãe é negra e meu pai é branco dos olhos verdes e cabelo liso, ambos descendentes de índios, eu nasci branca do cabelo encaracolado e olhos castanhos, mas não me sinto diferente da minha família que é ou toda loira e clara (parte de pai), ou morena(parte de mãe), sempre aprendi que a igualdade não é o termo propriamente dito, como ser exatamente igual a alguém, mas igualdade é o respeito com que tratamos as diferenças que nos são apresentadas todos os dias... Em relação ao sistema de cotas que todos os meus colegas citaram em algum momento... Eu não sou a favor, creio eu que as cotas para negros, indios e etc, menosprezam as pessoas, é como dizer que as pessoas que participam do sistema de cotas não são capazes de passarem por si só, sem o sistema. Tem sistema de cotas para negros, indios, homossexuais, pardos, estrangeiros e etc, mas se uma pessoa é comprovada de raça branca, ela não tem direito a cota, o que querem dizer que as pessoas comprovadas brancas ou são mais inteligentes ou tem a obrigação de ser.
Isso prova que por mais que as pessoas falem de igualdade, não fazem por onde a igualdade se concretizar... Creio que todos nós, sem exceção somos preconceituosos, alguns mais que outros, as pessoas que nós denominamos racistas e preconceituosos, são as pessoas que tem um preconceito profundo e de certa forma absurdo. Todos nós não gostamos de algo, de uma combinação de roupas, de um estilo, ou somos contra alguma regra, somos preconceituosos de uma forma que nos faz crescer entre a diferença, mas existem pessoas que são preconceituosas que fazem com que não exista igualdade...
É sempre uma questão de respeito, de educação, se não gostamos, é uma opinião, um direito nosso, mas as pessoas não são obrigadas a se sentirem reprimidas por causa das nossas palavras que muitas vezes podem magoar, a opinião de cada um é única, temos que conviver com as opiniões dos outros e respeitando-as, e não reclamando porque temos opiniões diferentes e partir para um estado de ações e palavras agressivas só pelo fato de reprimir alguém por ser diferente.A questão do racismo seja uma questão de moral, educação que vem de berço, nós professores devemos saber identificar quando um aluno tem um certo preconceito com outro, se esse preconceito é influencia de alguem ou ate mesmo da tv, ou se esse preconceito veio de casa...
e como professores devemos aprender a trabalhar as diferenças, e como elas formam a igualdade
Como falei anteriormente , creio que todos nós somos preconceituosos de alguma forma, e isso na sala de aula é conhecido como bullying, pois ele é nada mais nada menos do que preconceito por qualquer coisa contra uma pessoa na escola, #PROVAVIVA de que as alguns alunos, especialmente os adolescentes implicam com os outros pela maneira de vestir de falar, ou até mesmo pelo fato de que uma pessoa entende mais de informática do que outra, ou por ser de um estilo diferente, como se em uma sala as meninas fossem todas patricinhas e tivesse uma gotica, todas as outras se juntam para infernizar com a vida de uma, e o que acontece? a menina deixa de seguir seu estilo por medo e repressao...
Acontece muito isso!
Como professores devemos encontrar um meio para diminiur o bullying em nossa sala e até na escola, e não aprovar a maioria para reprimir a minoria...
O que vai acontecer muito... desde o ano passado creio eu... As pessoas assumem que são homossexuais, se há muitos "homo" na sala, os heteros se escondem, e se são muitos heteros, os homo's se escondem... Não há igualdade ai... Cansei de ter que pedir para minha amiga se acalmar dentro da faculdade, já que a maioria da nossa sala, são quase que assumidos homofobicos, é briga toda semana, por qualquer motivo...
Hoje, não existe mais aquela concentração tão forte de racismo como há alguns anos.. 
Mas o bullying avançou junto com a tecnologia, e as pessoas se sentem ameaçadas só de chegar perto de uma rede social...
bem, acho que empolguei demais... :)

Leitores da Luz - Terça feira

Bom dia,
No nosso debate de terça, concordamos em aplicar o nosso projeto em algumas escolas, ainda estamos decidindo as escolas, hoje que vamos decidir as escolas e como será o plano de aula para o dia tão esperado... Uma boa noticia, nosso projeto foi aprovado pelo MEC, e se tudo der certo, eles querem um artigo feito pelo grupo para a primeira semana de Abril, está ficando bem corrido... :)
Queremos aplicar o nosso projeto antes de fazer o artigo, já queremos entregar o artigo com o projeto aplicado...
Queremos aplicar o projeto em três escolas, no mesmo dia, de manhã a tarde e a noite, combinamos que se todas fossem do ensino médio seria mais fácil, mas como futuros professores devemos nos adaptar as dificuldades de dar aula para séries diferentes e ter uma metodologia para cada uma... Se souberem de alguma escola que queira nosso projeto na escola... :) É só colocar nos comentários.
Beijos

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Educação e Diversidades

Bom Dia Professores.... :)
Hoje estou postando algumas opiniões sobre a discriminação que a mulher enfrenta hoje, tanto no mercado de trabalho, como em casa, etc.
Também dois vídeos que retratam bem essa realidade.
De acordo com o Portal Aprendiz:
"Assédios sexual e moral, gravidez e preferência masculina por parte dos empregadores são apenas alguns dos exemplos de discriminação que as mulheres sofrem. Diariamente, inúmeras delas perdem oportunidade de emprego pelo fato de estarem grávidas ou, então, simplesmente por serem do sexo feminino e não masculino."
http://aprendiz.uol.com.br/content/jolosociwe.mmp


  • O que não deixa de ser verdade, ontem e hoje, a mulher sofre discriminações, tanto no seu ambiente de trabalho...

Muitas pessoas acham que só assediar a mulher em seu ambiente de trabalho que  pode ser considerado como discriminação, porém, falar que uma mulher não pode fazer determinado serviço, que ela é fraca demais, que o tipo de serviço é somente indicado para homens, também é discriminação, está correto quando se trata de força física, porque naturalmente o homem tem mais força que a mulher, mas algumas vezes as mulheres tem uma força tremenda também, e isso vem aumentando cada dia mais, temos mulheres fortes, e delicadas, todas se preocupam com a vaidade, é natural, também é discriminação quando uma empresa tem certo receio em contratar mulheres, pelo fato de que se ela ficar grávida, ela tem direito a licença, determinada empresa exige que o trabalhador seja homem, e não mulher.



  • Como em casa...
Mesmo com a Lei Maria da Penha, muitas mulheres ainda apanham em casa, ou sofrem de abuso, não é só porque são casadas ou moram junto que querem algo a todo momento e quando não querem e acabam se machucando por isso, também é considerado como abuso... há discriminaçao em casa não só dessa maneira... O maxismo também é uma forma de discriminação, aquela velha história de que a mulher tem que ficar somente em casa, ou que so a mulher cozinha e passa, que a mulher não tem direito a um estudo por que deve ficar em casa para cuidar das vontades do marido e dos filhos.... Também é discriminação!

A música de Milton Nascimento, Maria Maria, mostra como a mulher tem força para seguir nos dias mais dificeis...


Maria, Maria
É um dom, uma certa magia
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece
Viver e amar
Como outra qualquer
Do planeta
Maria, Maria
É o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que ri
Quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta
Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida
Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Hei! Hei! Hei! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho, sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Hei! Hei! Hei! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!

Um video que retrata bem a realidade da mulher do interior ontem e hoje, O video foi feito pela Secretaria de Cultura do Ceará, em parceria com VIACG e a TrioFilmes.
Maria José é uma garota do interior que desde pequena aprende a trabalhar no seu roçado, cresce com a mentalidade que escrever e estudar é perda de tempo, que para sobreviver é preciso ficar fazendo as tarefas da casa enquanto os homens estão fora trabalhando, o que não deixa de ser verdade, mesmo a educação nos dias atuais estando de maneira mais acessível, ainda é possível encontrar pessoas que nunca foram a escola, e não tem vontade, com o pensamento que estudar não vai garantir o pão de cada dia, esse pensamento se passa no vídeo de forma clara, Maria têm certeza de que aquilo nunca vai mudar, e que seus filhos terão o mesmo ‘futuro’, trabalhando no roçado para garantir a sua sobrevivência.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

READERS OF LIGHT - Debate de quinta feira, 06 de fevereiro de 2014

No curso de Letras encontramos a necessidade de entendermos mais a literatura, como acadêmicos e futuros professores, sabemos o quanto é importante enriquecer o nosso conhecimento, saber mais da cultura que vem através dos livros, das estórias e histórias que eles nos passam, a literatura é uma forma de conhecer novos pontos de vista, é uma matéria riquíssima que nos proporciona enormes aprendizados, da mesma forma que nos ensina a interpretar, também nos estimula a escrever e dar espaço para a imaginação. Ensinamos literatura para também ensinarmos a Gramática, a Filosofia, a Sociologia e a História, conhecer a literatura de seu povo é carregar uma grande bagagem de conhecimento em todas as matérias. Utilizamos a literatura como forma de interpretação, auxiliando na interpretação também das matérias de raciocínio lógico e exatas, como em Matemática, Biologia, Física, Química, e outros.
Este projeto procura desenvolver os conhecimentos literários já existentes nos acadêmicos de Letras do ICSH e acrescentar conhecimentos para melhor compreensão da literatura. O projeto READERS OF LIGHT – LEITORES DA LUZ surgiu a partir da ideia dos alunos do 3° Semestre de Letras, em obter uma compreensão da literatura como fonte de conhecimento e cultura.
Porém foram encontradas algumas dificuldades. Como abordar literatura com um grupo no qual a maioria não tem o costume de ler? Como transformar essa disciplina em algo interessante para a maioria sem transformar o grupo inicial em algo maçante? Propomos resolver esses problemas no decorrer do projeto aplicado.
Para deixar a literatura de forma clara e compreensível, temos como objetivo geral aprofundar nossos conhecimentos em literatura, enquanto acadêmicos, para melhor compreensão de textos literários. E como objetivos específicos: valorizar a literatura como uma herança a ser passada; enriquecer culturalmente nossa instituição e a nós mesmos; enriquecer o nosso vocabulário; fazer uma reflexão de toda essa cultura recebida através dos livros.                                                           (ANA CAROLINA, PROJETO READERS OF LIGHT)

No nosso ultimo encontro nos lemos o projeto, o texto acima é a introdução do projeto apresentado,  alguns de nós trouxemos artigos e anotações dos contextos históricos que combinamos, debatemos que seria bom se evoluíssemos nossos estudos, em vez de se limitar somente na literatura inglesa, norte americana e brasileira, resolvemos estudar toda a historia da literatura, todas as escolas.
A literatura busca dentro de fatos passados transporem o que acontece no presente momento com o subjetivismo.
Tudo o que vemos já existiu antes, é um ciclo, a literatura também faz parte deste ciclo.
Pode tanto ser escrita ou como demonstrada em obra artística, transformando a arte em esculturas, quadros e livros, dependendo da linguagem como ele deseja utilizar.
A literatura sempre está associada a linguagem, comunicando de todas as formas, verbal ou não verbal.
O estilo gótico na literatura tem os poemas mais impiedosos, e ainda por cima são poesias líricas
Na idade media, a igreja tinha muito poder, onde os servos eram sempre submissos as doutrinas.

Decidimos pesquisar sobre gêneros literários e gêneros textuais para a próxima reunião


Indicamos: o livro A LITERATURA INGLESA de ANTHONY BURGESS;
Poesias góticas;
Análise do filme BEOWULF

Até.. :*

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

PROJETO LEITORES DA LUZ

Boa tarde!
Saudades de postar, bom, agora está ficando apertado, 3° Semestre de Letras, e também o 2° Semestre de Computação, sem falar no trabalho...
Na faculdade de Letras, estamos organizando um grupo de Literatura, com o nome Readers of Light – Leitores da Luz, visando a interação de todos os alunos de todos os cursos de licenciatura, pois a necessidade de entendermos mais a literatura tanto quanto acadêmicos como professores, é importante enriquecermos o nosso conhecimento, saber mais da cultural nacional e também a internacional, muitas pessoas não gostam de ler Machado de Assis por acharem a escrita complicada, outros já admiram a escrita e gostam de entrar em um mundo de imaginações, e como futuros professores devemos saber como cativar nosso aluno, trazendo-o para um mundo incrível que é a leitura.
Nosso grupo estabeleceu como objetivos: Valorizar a literatura como uma herança a ser passada
Enriquecer culturalmente nossa instituição e a nós mesmos
Enriquecer o nosso vocabulário
Fazer uma reflexão de toda essa cultura recebida através dos livros.

Resolvemos inicialmente trazer nossos livros, eu baixei um sistema na internet que é ótimo para fazer um controle dos livros que temos e os livros que pegamos... livros de literatura brasileira, inglesa ou norte-americana principalmente. Em consenso escolheremos uma obra por quinzena de acordo com as aulas do Professor, para ser debatida e postada no blog, para aqueles que não fazem parte do grupo e todos os outros interessados possam ler e acompanhar nossos debates, como as reuniões serão todas as terças e quintas, as postagens só serão feitas nas quartas e sextas.

Na nossa primeira reunião, ontem, discutimos sobre como seria o grupo, lemos todo o projeto que será apresentado, e decidimos fazer uma pesquisa para amanhã, levaremos alguns papéis com contextos históricos da era medieval, era jacobina, era cromwelliana e era elizabetana, assim como trazer os principais escritores dessas épocas.
Algumas colegas pediram para postar esse site e um canal do youtube para quem ficar interessado em documentários históricos:
Mundo dos Documentários: Canal YouTube.


Até mais professores ;)